É, quem diria,
Antes meros rostos desconhecidos,
E agora grandes amigos.
Foi dureza esses três anos,
Mas finalmente estamos aqui comemorando
E olha que ninguém matou ninguém,
Está todo mundo em paz e de bem.
Todos felizes e tristes ao mesmo tempo.
Lembrando de momentos engraçados.
Momentos que valem a pena recordar
Que é impossível lembrar e não chorar.
Mas só tenho a agradecer a todos
Por momentos maravilhosos.
Valeu a pena cada centavo juntado
Pra comprar aquela batata,
E uma coca cola barata.
Pra sentar naquela famosa praça
E ficar falando mal de quem passa...
Ah! E sabe aquele dinheiro emprestado,
Que seu amigo te pediu de bom grado?
É, você pode esquecer.
Nunca mais irá receber.
E aqueles grupos formados?
Aqueles barracos exagerados?
Aqueles olhares flamejantes.
Daquela pessoa irritada,
Que não ia com a sua cara.
Ahhh, como eu vou sentir falta!
Daqueles abraços a tarde,
De amigos de verdade.
É, vou sentir saudades,
Aqueles sábados de manhã
Que eu não queria levantar da cama
Pena que só podia entrar de uniforme,
Senão eu ia de pijama.
E aquela sensação de alívio
Quanto vinha um 10 na dez na prova
Ahh, que sensação gostosa....
Pena que não acontecia toda hora.
E aquele boletim colorido,
Com muitos números em negritos!?
E aquela grande fila pra pegar um bolinho de chocolate?
Aquele chocomil gelado a tarde?
É, momentos que vão ficar na memória,
Dias de derrotas e vitórias.
Mas vamos parar de chorar
Isso é apenas um até logo.
Tenho certeza que nos encontraremos em breve
Talvez quem sabe nas greves,
Nos churrascos por aí....
Nas formaturas de faculdades.
Enem e Uerj me aguardem.
E não vai ter desculpa pro amigo não visitar,
Esse ano o riocard ainda vai funcionar.
E se nada der certo no futuro,
Pelo menos sem emprego eu não fico
Agora sou técnico de análises clínicas, amigo.
Valeu FAETEC, por isso.
Agradeço também aos meus pais,
Que compraram meus materiais.
Não reclamem de mim,
Mas eu escondia meu boletim.
E pra vocês, professores
Que me fizeram amadurecer
Que deram duro pra eu aprender,
Que me matavam com um olhar,
Quando eu mexia no celular.
Que me acordavam com um grito
Quando na carteira me viam dormindo.
Que brigavam, reclamavam,
Com um tom grosseiro e amargo.
Pra vocês, meu sincero obrigado.
E mil desculpas pelos trabalhos amassados
E copiados.
É que eu estava morrendo de cansaço.
Isso que dá deixar tudo pra cima da hora.
E também desculpe pela cola
Aquelas formulas na parede,
Usar o estojo como enfeite,
Pra não ver aquele cotoquinho
De papel bem enroladinho.
Mas você sabe, hora bola
Quem não cola, não sai da escola.
Enfim, me formei,
Beijinho no ombro pra vocês.
Sou tímida e paranoica!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Sol
Por que não brincamos de pique-esconde?
Pois bem, a gente faz o seguinte,
Vou contar de um até vinte,
Pra dar tempo de você se esconder,
Então depois eu procuro você,
E quando eu te achar, você pode voltar a aparecer.
Então vamos começar!
Um, dois, três, quatro, cinco, seis (...), vinte.
Lá vou eu te procurar.
O que você está fazendo ai ainda??
Quantas vezes eu já falei pra você??
Quando eu começar a contar, você tem que se esconder.
Vamos tentar mais uma vez,
Vê se você se esconde dessa vez.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis (...), vinte.
Lá vou eu te procurar.
Ah não, de novo não.
O que você está fazendo por aqui?
Há tantas nuvens por aí,
E você cisma em querer se exibir.
Custa você se esconder só um pouquinho?
Estou cansada de usar top e shortinho.
Minha cara não é mais branca, é vermelha
Estou cansada de praia, sou quase uma sereia.
Vamos tentar mais uma vez,
Um, dois, três, quatro, cinco, seis (...), vinte.
Lá vou eu te procurar.
Eba! Dessa vez você sumiu,
E eu não quero te achar,
Ah não, que droga!
Você estava atrás de um nuvem que partiu.
Chega sol, desisto de tentar brincar!
Pois bem, a gente faz o seguinte,
Vou contar de um até vinte,
Pra dar tempo de você se esconder,
Então depois eu procuro você,
E quando eu te achar, você pode voltar a aparecer.
Então vamos começar!
Um, dois, três, quatro, cinco, seis (...), vinte.
Lá vou eu te procurar.
O que você está fazendo ai ainda??
Quantas vezes eu já falei pra você??
Quando eu começar a contar, você tem que se esconder.
Vamos tentar mais uma vez,
Vê se você se esconde dessa vez.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis (...), vinte.
Lá vou eu te procurar.
Ah não, de novo não.
O que você está fazendo por aqui?
Há tantas nuvens por aí,
E você cisma em querer se exibir.
Custa você se esconder só um pouquinho?
Estou cansada de usar top e shortinho.
Minha cara não é mais branca, é vermelha
Estou cansada de praia, sou quase uma sereia.
Vamos tentar mais uma vez,
Um, dois, três, quatro, cinco, seis (...), vinte.
Lá vou eu te procurar.
Eba! Dessa vez você sumiu,
E eu não quero te achar,
Ah não, que droga!
Você estava atrás de um nuvem que partiu.
Chega sol, desisto de tentar brincar!
Infância
"Oh não, não quero crescer!"
Não quero largar minha Polly,
A ingenuidade que me consome,
Largar minha mochila de rodinha,
Minhas profissões de mentirinha.
"Oh não, não quero crescer!"
Largar minhas horas de TV,
Meus livros com principes encantados,
Que dão vida a seres inanimados,
Onde vc não precisa ver pra crer.
"Oh não, não quero crescer!"
Viver em um mundo com tanto preconceito,
Prefiro ficar no meu mundo sem defeito,
Onde todos são amigos,
Onde as crianças ganham tudo com um simples sorriso.
"Oh não, não quero crescer!"
Saber a real de onde vem os bebes,
Acordar todo dia as seis,
Pra ficar sentado em frente a um quadro
E aprender a fazer cálculos matemáticos
"Oh não, não quero crescer!"
Vou fechar meus olhos rapidinho,
E dormir mais um pouquinho,
Espero voltar a ser criança quando acordar,
E nunca mais com a adolescência sonhar.
"Oh não!!!!"
Não quero largar minha Polly,
A ingenuidade que me consome,
Largar minha mochila de rodinha,
Minhas profissões de mentirinha.
"Oh não, não quero crescer!"
Largar minhas horas de TV,
Meus livros com principes encantados,
Que dão vida a seres inanimados,
Onde vc não precisa ver pra crer.
"Oh não, não quero crescer!"
Viver em um mundo com tanto preconceito,
Prefiro ficar no meu mundo sem defeito,
Onde todos são amigos,
Onde as crianças ganham tudo com um simples sorriso.
"Oh não, não quero crescer!"
Saber a real de onde vem os bebes,
Acordar todo dia as seis,
Pra ficar sentado em frente a um quadro
E aprender a fazer cálculos matemáticos
"Oh não, não quero crescer!"
Vou fechar meus olhos rapidinho,
E dormir mais um pouquinho,
Espero voltar a ser criança quando acordar,
E nunca mais com a adolescência sonhar.
"Oh não!!!!"
Embriagar
O que me resta é me embriagar,
Entrar em um mundo abstrato.
Gastar cada centavo com um Whisky barato.
Beber a noite toda, pra madrugada chorar.
Lembrando das noites de amor,
De dormir com um suave cafuné,
De ser acordada com beijos e café,
"Garçom, mais uma por favor!"
Ir pra casa toda torta,
Depois de goles e goles de solidão.
Cair de mau jeito no chão,
Por não conseguir nem enxergar a porta.
Indo pegar um Engov na mesa;
É sempre bom evitar a ressaca,
E ao mesmo tempo pensando em voz alta
"Por que não existe remédio para tristeza?"
Deitar na cama de tênis, tanto faz.
Amanhã estarei em outro bar de novo,
Para ficar sofrendo o dia todo.
Ta vendo o que você faz?
Entrar em um mundo abstrato.
Gastar cada centavo com um Whisky barato.
Beber a noite toda, pra madrugada chorar.
Lembrando das noites de amor,
De dormir com um suave cafuné,
De ser acordada com beijos e café,
"Garçom, mais uma por favor!"
Ir pra casa toda torta,
Depois de goles e goles de solidão.
Cair de mau jeito no chão,
Por não conseguir nem enxergar a porta.
Indo pegar um Engov na mesa;
É sempre bom evitar a ressaca,
E ao mesmo tempo pensando em voz alta
"Por que não existe remédio para tristeza?"
Deitar na cama de tênis, tanto faz.
Amanhã estarei em outro bar de novo,
Para ficar sofrendo o dia todo.
Ta vendo o que você faz?
Assinar:
Postagens (Atom)